Origem do Feng Shui

 

Conceito elaborado pelos antigos chineses há mais de 4 mil anos, nascido da observação dos lugares, melhores localizações e fatores como água limpa, sol quente, vegetação luxuriante; o Feng Shui do nosso entorno cria uma série de oportunidades, que em última análise, determinam e modelam a qualidade e a direção de nossas vidas. Tudo na vida está irremediavelmente ligado e inter-relacionado por uma série de ocorrências que, no conjunto, conduzem a certo desfecho ou situação.

“Não é desejando vivenciar outro reino que chegamos lá, mas tornando-nos completamente conscientes de toda ação de todo o som e cor em torno de nós, de toda a relação.” Dorothy Maclean

A arte do Feng Shui está intimamente ligada ao coração, à nossa alma. É como um vento que quando passa por nós varre o que é dispensável, e é como a água que lava, limpa e transmuta por onde passa. Estas forças naturais visíveis e invisíveis influenciam e interagem em você e no seu ambiente transformando o que está em desequilíbrio e harmonizando sua casa ou local de trabalho, de modo que, em vez de sobreviver a sucessivas tempestades, você passe a vivenciar a paz e prosperidade num espaço que criou. O Feng Shui está intimamente ligado ao I Ching, ao Taoísmo, às duas forças primordiais que regem o universo, Yin Yang, ao Ch’i e aos cinco elementos..

Ch’i

Tudo que nos rodeia, as pessoas, os lugares, as coisas possuem uma energia, são vivas. Este é um dos princípios da filosofia do Feng Shui. Quando sentimos que tudo que nos envolve, inclusive a terra que pisamos, os nossos pertences são dotados de uma energia viva (Ch’i), passamos a cuidar melhor deles.

I Ching

Considerado a base do pensamento chinês, desenvolveu-se da antiga arte de prever o futuro; orientava a tomada de decisões, fazendo uso da sabedoria e adivinhação ao mesmo tempo; os hexagramas do I Ching pressagiam a sorte e ligam o destino humano ao curso da natureza.

Tao / Yin e Yang

São forças primordiais que regem o universo. Juntos formam um todo harmonioso – o Tao, que pode ser traduzido literalmente por “caminho”, “curso natural”, “origem de toda existência”. Yin é feminino, Yang, masculino, Yin é passivo, Yang é ativo; um é vazio o outro é substância; em seu sentido original Yin significa “o sombrio” e Yang “o luminoso”. A mutação é concebida como sendo parte da contínua mudança de uma força em outra e em parte, como um ciclo fechado de acontecimentos complexos conectados entre si como o dia e a noite, o verão e o inverno. Eles são complementares, sem escuridão não há luz, sem vida não há morte.

Os cinco elementos

Da interação entre Yin e Yang surgem as cinco manifestações de Ch’i: fogo, terra, madeira, metal e água. Os chineses atribuem a estes elementos, cores, estações, direções e órgãos internos. A madeira, por exemplo, é relacionada ao verde, à primavera, ao oriente e ao fígado. Os cinco elementos têm efeito uns sobre os outros, criando e destruindo uns aos outros em uma seqüência fixa.

O ciclo criativo dos cinco elementos: o fogo produz a terra (cinza); a terra cria o metal (minerais); o metal produz água (quando a água fria está em um contêiner de metal, condensa-se do lado de fora); a água cultiva a madeira (árvores precisam de água para crescer) e a madeira nutre o fogo.

O ciclo destrutivo dos cinco elementos: a madeira cresce da terra, a terra detém a água, a água extingue o fogo, o fogo derrete o metal e o metal corta a madeira. A essência dessa seqüência em geral não é negativa. Essa série de relações, mutuamente destrutivas ou dominantes, conota a eterna reciclagem.

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